Lágrimas e homenagens de familiares marcam velório e sepultamento de Cavalcante Fotógrafo em Cajazeiras Lágrimas e homenagens de familiares marcam velório e sepultamento de Cavalcante Fotógrafo em Cajazeiras Lágrimas e homenagens de familiares marcam velório e sepultamento de Cavalcante Fotógrafo em Cajazeiras

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Lágrimas e homenagens de familiares marcam velório e sepultamento de Cavalcante Fotógrafo em Cajazeiras















Foi sepultado na tarde de ontem, o corpo do fotógrafo cajazeirense José Cavalcante Júnior que eternizou momentos históricos e escreveu seu nome na memória de várias gerações, tanto que assumiu seu ‘segundo sobrenome’ como fotógrafo, sendo chamado como ‘Cavalcante Fotógrafo’.


Nesta segunda-feira, dia 2 de janeiro, Cavalcante faleceu aos 56 anos no Hospital Regional de Cajazeiras. Seu velório reuniu dezenas de amigos e familiares sendo marcado pela comoção.


Impossibilitada de estar no velório, a mãe de Cavalcante, dona Maria do Socorro, nos seus 85 anos, com deficiência visual, teve que se despedir do seu filho caçula através de um bilhete com a mensagem: ‘’Hoje papai do céu recebe meu filho amado, o meu caçula. Meu filho não mais te enxergo fisicamente, mas saiba que você mora no meu coração. Basta fechar os olhos que eu te sinto. Com muito amor, mamãe’’.


Em setembro de 2022, Cavalcante realizou uma exposição fotográfica em Cajazeiras com o tema “Remexendo memorias: 100 anos de história fotográfica em Cajazeiras”, onde ele destacava as trajetórias e os perfis de vários fotógrafos importantes para a profissão. A exposição foi instalada no Espaço Cultural Eliézer Rolim e recebeu familiares e amigos dos fotógrafos homenageados.


Cavalcante era filho do também fotógrafo José Cavalcante e de Maria do Socorro Cavalcante. Iniciou na profissão em 1987, tendo como primeiro mestre o fotógrafo Airton Pinto, proprietário do primeiro laboratório de revelação de fotos em cores de Cajazeiras, onde desempenhava a função de lavar e colocar as fotografias para secar. Em seguida iniciou na arte de fotografar e foi aí que decidiu que essa seria a profissão de sua vida.

O corpo foi velado no Memorial Esperança e as 17hoas saiu pelas ruas de Cajazeiras, fez uma parada em frente da Câmara de Vereadores e seguiu ao Cemitério Coração de Maria onde foi sepultado.

Diário do Sertão com Ângelo Lima