Estudante de Medicina morto no Paraguai é sepultado sob forte comoção em Tavares Estudante de Medicina morto no Paraguai é sepultado sob forte comoção em Tavares Estudante de Medicina morto no Paraguai é sepultado sob forte comoção em Tavares

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Estudante de Medicina morto no Paraguai é sepultado sob forte comoção em Tavares



Uma multidão se fez presente no velório e sepultamento do estudante de medicina, natural de Tavares, na região de Princesa Isabel, Anderson Hugo Pereira Félix, de 29 anos, que foi encontrado morto na manhã do último domingo (16) em uma estrada da cidade de Pedro Juan Caballero, no Paraguai, na divisa com o Brasil.

O corpo de Anderson Hugo chegou em Tavares na noite desta quarta-feira (19) e logo na chegada já foi recebido com homenagens no hospital da cidade. O velório aconteceu na quadra de esportes Deputado Adauto Pereira.

O sepultamento aconteceu na manhã desta quinta-feira (20) sob forte comoção no Cemitério da Saudade, em Tavares.

Familiares, amigos, colegas de trabalho e grande parte da sociedade da região prestaram suas últimas homenagens ao estudante que perdeu a vida longe de sua terra.

Relembre

O estudante de medicina Anderson Hugo Pereira Félix, de 29 anos, que foi encontrado morto na manhã do último domingo (16) em uma estrada da cidade de Pedro Juan Caballero, no Paraguai, especificamente na divisa com o Brasil, era sertanejo da cidade de Tavares, da região de Princesa Isabel.

De acordo com a apuração policial, a vítima estaria em uma festa com amigos horas antes do crime. Ainda de acordo com o relato, o jovem estava com uma pulseira que caracterizava sua presença em um evento na cidade vizinha de Ponta Porã.

Conforme o secretário de segurança pública de Ponta Porã, “o setor de investigação da polícia paraguaia está trabalhando profundamente, a fim de que os culpados possam ser responsabilizados. A polícia brasileira foi contatada e está fazendo um trabalho de cooperação em busca das imagens que possam revelar quais as pessoas que estiveram em Ponta Porã e que relação elas podem ter com o crime”.



 

Luiz Adriano – Diário do Sertão