Delegado comenta crime de vilipêndio contra cadáver em cemitério de Patos e diz que caso pode ter relação com outro homicídio ocorrido na cidade. VÍDEO Delegado comenta crime de vilipêndio contra cadáver em cemitério de Patos e diz que caso pode ter relação com outro homicídio ocorrido na cidade. VÍDEO Delegado comenta crime de vilipêndio contra cadáver em cemitério de Patos e diz que caso pode ter relação com outro homicídio ocorrido na cidade. VÍDEO

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Delegado comenta crime de vilipêndio contra cadáver em cemitério de Patos e diz que caso pode ter relação com outro homicídio ocorrido na cidade. VÍDEO



Na manhã desta quinta-feira, dia 15 de setembro, um caixão com cadáver foi encontrado incendiado no Cemitério São João Batista, localizado no bairro da Vitória, aqui em Patos. O corpo seria do jovem José Anchieta Pereira Xavier Júnior, mais conhecido por “Juninho”, que foi morto na cidade de Porto Seguro-BA.

Em contato com a imprensa, o delegado seccional de Patos, Paulo Ênio Rabelo, comentou sobre o crime de vilipêndio. Segundo o delegado, possivelmente o crime tem relação com um homicídio ocorrido no último dia 08 de setembro, onde o jovem Carlos Jorge Oliveira Silva, vulgo “Kikiu”, de 27 anos, foi morto a tiros.

Ainda de acordo com Paulo Ênio, surgiram informações de que Juninho, juntamente com outro indivíduo conhecido por Cássio, teriam participação no homicídio e que após o crime, foragiram para a cidade de Porto Seguro-BA.

Em contato com a equipe de policiais da cidade de Porto Seguro-BA, a Polícia Civil de Patos foi informada de que no último sábado, dia 10 de setembro, após suposto consumo de drogas, Juninho teria atirado contra Cássio e, em seguida, atirado contra a própria cabeça.

O delegado conta também que o enterro se deu na última segunda-feira, dia 12 de setembro, e hoje ouve esse vilipêndio contra o cadáver. Paulo Ênio informou que a Polícia Civil trabalha com a possibilidade de que uma facção criminosa existente no município de Patos tenha determinado o crime e que o fato seja um recado para outra facção como demonstração de poder.

“As investigações foram iniciadas sob a responsabilidade do delegado Ronis Feitosa e a gente espera identificar esses indivíduos. Nós acreditamos que isso é um recado da facção criminosa na tentativa de demonstração de poder. Então, já que não puderam matar o indivíduo, eles, mesmo após a morte desse indivíduo, atearam fogo em seu cadáver”, comentou o delegado Paulo Ênio.

Veja o vídeo abaixo: