Polícia Civil autua em flagrante delito indivíduo investigado em crimes de furtos no município de Triunfo/PB. Polícia Civil autua em flagrante delito indivíduo investigado em crimes de furtos no município de Triunfo/PB. Polícia Civil autua em flagrante delito indivíduo investigado em crimes de furtos no município de Triunfo/PB.

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Polícia Civil autua em flagrante delito indivíduo investigado em crimes de furtos no município de Triunfo/PB.





A Polícia Civil autuou em flagrante delito um indivíduo identificado como Márcio Gleide da Silva, investigado por crimes de furtos praticados no Lojão Rio do Peixe (duas vezes) e um assalto no BRADESCO da cidade de Triunfo/PB.

Ele foi preso no sábado, dia 16/04/2022, por volta das 20h:00min.

Dentro de sua residência foram encontrados vários objetos com origem ilícita, dentre eles inúmeros relógios, inclusive ainda com as etiquetas da loja e ainda uma espingarda calibre doze.

Na situação apresentada na Polícia Civil, o indivíduo foi autuado por crimes de Posse Irregular de Arma de Fogo e Receptação Dolosa, ficando a análise dos crimes de furto e roubo para se aprofundar no decorrer do IP.

A prisão foi realizada pela Polícia Militar que os conduziu à Polícia Civil onde foi lavrado o Auto de Prisão em Flagrante.

A polícia civil comunicou ao juiz a prisão em flagrante, como exige a lei.

Esta prisão em flagrante foi homologada pelo juiz, ou seja, o juiz entendeu que a prisão era legal, que a prisão cumpria os requisitos legais.

O Promotor deu o parecer pela homologação da prisão em flagrante, ou seja, o promotor considerou o flagrante legal e requereu a decretação da prisão preventiva, de modo a garantir a ordem pública, ou seja, o promotor requereu para que o individuo permanecesse preso.

A defensoria pública, no seu papel, obviamente, requereu a liberdade provisória do preso.

No final, em sua decisão, o JUIZ concedeu a liberdade provisória ao preso, ou seja, o indivíduo foi colocado em liberdade.

"É aquilo que eu já venho dizendo em inúmeras outras situações. A nossa legislação processual é frouxa. Tem muita brecha para quem comete crimes.

O juiz não tem culpa, pois apenas cumpre a lei. Faz-se necessário que nossos legisladores modifiquem essa lei processual penal e passe a considerar a sociedade como prioridade, porque hoje a prioridade é para quem comete crimes, e fica a sociedade arcando com o ônus e a polícia sofrendo a pressão de conter a demanda crescente de crimes que assola o país.

É lamentável. Esse indivíduo volta para o meio da sociedade e vamos esperar o que vai acontecer", arremata o Delegado Seccional da Região de Cajazeiras, Dr. Ilamilto Simplício.