Homem acusado de matar taxista é julgado por júri popular na PB; confira o resumo Homem acusado de matar taxista é julgado por júri popular na PB; confira o resumo Homem acusado de matar taxista é julgado por júri popular na PB; confira o resumo

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Homem acusado de matar taxista é julgado por júri popular na PB; confira o resumo







 


 Uma sessão do julgamento sobre o caso do taxista Paulo Damião, assassinado a tiros em um estacionamento de um supermercado, está ocorrendo sob júri popular, nesta quarta-feira (23), em João Pessoa.

Paulo Damião dos Santos estava manobrando o carro em que transportava o corretor de imóveis Gustavo Teixeira Correia, quando o, até passageiro, desceu do veículo, irritado com a forma como o taxista realizava a ação, e disparou vários tiros de arma de fogo contra o motorista.

O crime aconteceu no dia 15 de fevereiro de 2019, no estacionamento de um supermercado, localizado no bairro Bessa, já perto da casa do corretor, que, logo após efetuar os disparos, fugiu do local do crime andando.

A vítima, que tinha 42 anos de idade e era pai de duas crianças, não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu ainda dentro do veículo.

O que diz o acusado
O corretor de imóveis, Gustavo Teixeira, acusado de matar o taxista, defendeu-se dizendo que atirou porque pensou que Paulo Damião fosse pegar uma arma quando colocou a mão direita sobre os bancos e subiu o vidro do táxi com a mão esquerda.

“Ele estava irritado. Foi dito aqui que Paulo Damião é calmo. Eu também sou calmo. Eu fui até ele para dizer que morava ali perto e queria passar. Ele me chamou de safado. Eu disse que safado era ele: ‘Safado é você’. Ele botou a mão dentro dos bancos. Ele fez um ‘caquiado’. A mão direita. Com a mão esquerda ele subiu o vidro. A ameaça partiu de Paulo Damião. O primeiro a fazer um caquiado foi ele. Qual seria o motivo que eu teria de matar um homem que eu nunca tinha visto na minha vida? Eu só disparei depois que o vidro fechou. Minha intenção era neutralizar o braço dele”, disse Gustavo Teixeira.

O que diz a viúva do taxista ao júri
A viúva do taxista Paulo Damião foi uma das testemunhas ouvidas no júri popular. Francisca Santos Alves disse à juíza Aylzia Fabiana Borges Carrilho que ficou sabendo do que aconteceu pela televisão.

“O relato que todos falam e que a gente vê é o que está na TV, ele tirando a vida do meu marido como se tivesse tirando a vida de uma barata”, disse.

“O que eu sei é que meu marido era um cidadão de bem, cuidava dos filhos. Era um pai muito amoroso e um filho muito bom. Ele não gostava de confusão. Pelo contrário, era a alegria da família. A gente tinha Natal, Ano Novo e São João, tudo organizado por ele. Hoje, não temos nada”, acrescentou em outro momento do julgamento.

Confira outros detalhes do julgamento que está em andamento:

Portal Paraíba