Por insuficiência de provas, acusados de cometerem assalto em casa lotérica em Nazarezinho são postos em liberdade Por insuficiência de provas, acusados de cometerem assalto em casa lotérica em Nazarezinho são postos em liberdade Por insuficiência de provas, acusados de cometerem assalto em casa lotérica em Nazarezinho são postos em liberdade

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Por insuficiência de provas, acusados de cometerem assalto em casa lotérica em Nazarezinho são postos em liberdade







Em julgamento realizado pelo Juiz de direito substituto Dr. Natan Figueredo Oliveira, da 6ª Vara da Comarca de Sousa, a cerca de um roubo a mão armada realizado em uma casa lotérica no município de Nazarezinho, região de Sousa, por volta das 7h da manhã do 23 de agosto de 2021, foram inocentados dois jovens que eram acusados de terem praticado o crime.

Momentos após o crime praticado, guarnições da Polícia Militar efetuaram as prisões de Matheus Pereira da Silva e Fernando Barbosa da Silva, sendo apontados como suspeitos de terem praticado o delito e encontradas uma arma de fogo e munições. Dias após, os réus tiveram as prisões temporárias convertidas em preventivas, sendo estes conduzidos à Colônia Penal Agrícola do Sertão. 

Relembro o caso: Vídeos: Bandidos utilizando armas longas e máscaras rendem clientes em via pública e praticam assalto em Casa Lotérica na cidade de Nazarezinho

O Ministério Público em seu parecer, requereu a absolvição integral dos réus, alegando ausência de provas acerca da autoria delitiva dos crimes narrados na denúncia. A defesa dos jovens foi patrocinada pelo advogado Dr. João Hélio, que também apresentou provas de que os seus constituintes não haviam praticado o crime.

CONFIRA A DECISÃO NA ÍNTEGRA

O proprietário do estabelecimento em seu depoimento, afirmou ter reconhecido um dos investigados que haviam sido presos pela Polícia Militar, pois ao ter conhecimento do delito, ele saiu em perseguição aos indivíduos e conseguiu visualizar os carros utilizados na fuga e as roupas que eles utilizavam.

Por fim, em sua decisão Dr. Natan Figueredo afirmou: "Dessa forma, não há provas seguras que coloquem os acusados na cena do crime ou na fuga dos assaltantes, devendo-se aplicar ao caso o princípio do in dubio pro reo, absolvendo-se ambos os réus, ante a ausência de provas da autoria delitiva."

Sendo revogadas as prisões preventivas anteriormente decretadas em face dos acusados Matheus Pereira da Silva e Fernando Barbosa da Silva, sendo expedidos os alvarás de soltura.