Operação internacional contra a pedofilia cumpre mandado na Paraíba Operação internacional contra a pedofilia cumpre mandado na Paraíba Operação internacional contra a pedofilia cumpre mandado na Paraíba

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Operação internacional contra a pedofilia cumpre mandado na Paraíba



A Polícia Federal (PF) na Paraíba cumpre um mandado de busca e apreensão na manhã desta sexta-feira (3) dentro da Operação Lobos 2 contra suspeitos de abuso sexual de crianças e de adolescentes e de produzir, divulgar e armazenar pornografia infantil. A operação tem sede em Pernambuco com desdobramentos em vários estados e busca localizar e resgatar vítimas que possam estar em situação de extrema violência.

Foram emitidos oito mandados de prisão preventiva e 104 de busca e apreensão, distribuídos em 20 estados e no Distrito Federal. As cidades em que são cumpridas as ordens judiciais e os nomes dos alvos não foram divulgados.

De acordo com a polícia, o grupo era extremamente organizado e cada participante desempenhava um papel na fabricação e divulgação de material para ser divulgado na chamada deepweb. Estima-se que mais de um milhão de pessoas tinham acesso às imagens e compartilhavam conteúdos pornográficos dos menores vítimas da pedofilia.

Em uma fase anterior da operação, não divulgada pelos investigadores na época, um homem apontado pela PF como um dos principais difusores de pornografia infantil do mundo foi preso, em 2019. O homem, que não teve a identidade revelada, era dono de cinco dos maiores fóruns do mundo sobre o tema, com páginas com sobre estupro de bebês, crianças ou com violência que eram acessadas por 1,8 milhão de pessoas, disse a polícia.

Polícia Federal em Pernambuco, em conjunto com polícias de outros países, investigava desde 2016 uma rede de abuso e produção de pornografia infantil. Ao todo, foram mais de cinco anos de investigação. Os crimes investigados na Operação Lobos II são a venda, produção, disseminação e armazenamento de pornografia infantil e estupro de vulnerável, sem prejuízo de outros que possam surgir com a continuidade das investigações.

Fonte: MaisPB com G1