Ciganos acusados de assassinarem taxista tem prisões preventivas revogadas e são postos em liberdade no município de Sousa Ciganos acusados de assassinarem taxista tem prisões preventivas revogadas e são postos em liberdade no município de Sousa Ciganos acusados de assassinarem taxista tem prisões preventivas revogadas e são postos em liberdade no município de Sousa

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Ciganos acusados de assassinarem taxista tem prisões preventivas revogadas e são postos em liberdade no município de Sousa



A juíza Dra. Carolina Silvestrini de Campos rocha,  em harmonia com o parecer do Ministério Público, revogou as prisões preventivas dos cinco ciganos acusados de terem assassinado o taxista Cícero Gomes de Abreu, mais conhecido como Rodrigo Abreu, fato ocorrido no final da tarde do dia 14 de dezembro de 2020.

A audiência de julgamento estava marcara para acontecer no dia de ontem (09), porém em razão do juiz titular da unidade estar em gozo de suas férias regulares e por choque de pauta entre a 1ª e a 2ª Vara desta comarca, teve que ser remarcada para o ano de 2022.

CONFIRA NA ÍNTEGRA A DECISÃO

Diante dos adiamantes, a defesa dos acusados que é composta pelos advogados Ozael da Costa Fernandes, Hugo Fernandes, João Estrela, Policarpo Dantas e Abdon Lopes, requereu a soltura de Pedro Alves Cabral (Dão Cigano), Ricardo Alves Araújo (Ricardo Cigano), Manoel Messias Alves (Cula Cigano), Francisco Ramon Carreiro (Ramon Cigano) e José Francisco Cabral (Miguel Cigano), tendo o Ministério Público sido favorável aos pedidos.

Em um trecho da decisão, Dra. Carolina Silvestrini afirmou: "Assim, analisando as circunstâncias do caso concreto, aplicando os princípios da proporcionalidade e razoabilidade e entendendo que a prisão é a ultima ratio, descabida a manutenção da prisão preventiva." 

Os ciganos terão que cumprir obrigações constantes dos (arts. 327, art. 328 do CPP e art. 319 I, V), como comparecer a perante a autoridade todas as vezes que forem intimados, manter endereço atualizado e não se ausentar-se de suas residências por mais de 8 dias sem prévia comunicação, comparecimento mensal em juízo e terem o recolhimento domiciliar das 19h às 5h do dia seguinte.


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