Túmulo de ‘Carlinhos do Paredão e Lívia Abreu’ é o mais visitado no dia de finados em Cajazeiras Túmulo de ‘Carlinhos do Paredão e Lívia Abreu’ é o mais visitado no dia de finados em Cajazeiras Túmulo de ‘Carlinhos do Paredão e Lívia Abreu’ é o mais visitado no dia de finados em Cajazeiras

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Túmulo de ‘Carlinhos do Paredão e Lívia Abreu’ é o mais visitado no dia de finados em Cajazeiras



























































A visitação nos três cemitérios de Cajazeiras, foi marcada por rigoroso controle sanitário, muita organização e segurança, tanto no interior dos campos santos, quanto nas áreas externas.

A Prefeitura de Cajazeiras, por meio das secretarias de Saúde, Desenvolvimento Humano e Infraestrutura, além da Superintendência de Trânsito (SCTrans), montou uma forte estrutura de controle nas entradas, com o apoio da Polícia Militar, evitando aglomerações e mantendo a tranquilidade de todos.

A Saúde chegou cedo para cumprir o protocolo, exigindo dos visitantes cartão de vacinação, uso de máscara, álcool em gel e aferição da temperatura corporal.

Foram armadas tendas nas entradas para todos os procedimentos, inclusive, a distribuição de água, café e chá, por parte da Secretaria de Desenvolvimento Humano.

A SCTrans esteve presente com seus agentes, disciplinando o trânsito e garantido o fluxo normal, contando com o apoio dos vigilantes da Secretaria de Infraestrutura.

O prefeito Zé Aldemir acompanhou toda a movimentação, mantendo contato direto com os secretários, e ouviu por parte da população, muitos elogios às obras de reforma e de melhorias implantadas nos dois cemitérios mais antigos da cidade: Coração de Maria e Nossa Senhora Aparecida. Alguns serviços ainda estão em fase final, mas os cemitérios já apresentam novo visual.

Alguns túmulos foram visitados intensamente neste dia de finados: o túmulo de Carlinhos do Paredão e Lívia Abreu, casal cajazeirense que morreu em decorrência da Covid-19; o túmulo de Jônatas Andrade que morreu afogado no açude de Boqueirão de Piranhas e o jazigo da família Albuquerque, aonde está sepultado o corpo de Ernesto do Pirulito.

Carlinhos dos Paredão e Lívia Abreu faleceram no dia 22 de fevereiro, no Hospital Regional de Cajazeiras (HRC), após complicações da Covid-19. A morte do casal comoveu a cidade de Cajazeiras e região, além da repercussão nacional, devido a proximidade do horário de falecimento de um para o outro, que foi de apenas 20 minutos de diferença.

Jônatas Andrade faleceu vítima de afogamento no açude Engenheiro Àvidos, no dia 27 de março deste ano. Testemunhas disseram que Jônatas e mais 4 pessoas estavam no açude quando um homem ofereceu um passeio em uma canoa que estaria furada. Jônatas foi um dos primeiros a incentivar que a namorada e os outros dois amigos aceitassem. Ao entrarem na canoa observaram que estava entrando água na embarcação, mas mesmo assim continuaram o passeio e logo depois o barco afundou, causando o afogamento do jovem cajazeirense.


O comerciante Ernesto do Nascimento Albuquerque, de 53 anos, foi encontrado morto dentro do seu estabelecimento, em Cajazeiras, no dia 22 de julho de 2019. Ernesto era proprietário do bar e restaurante Peixada do Ernesto, também conhecido como Bar do Pirulito, localizado na praça José Guimarães, a popular Praça do Pirulito, ao lado do estádio Higino Pires Ferreira.

Devido a Pandemia a missa de Finados foi celebrada na Catedral de Nossa Senhora da Piedade, onde foram visitados os túmulos de Dom Zacarias, Padre Gualberto e Monsenhor Vicente de Freitas  que são sepultados na Catedral.


COMO SURGIU DIA DE FINADOS!!!


O dia dos Mortos é uma tradição que é milenar. Este é um dos cultos mais antigos e que esteve presente em quase todas as religiões, em especial nas mais antigas. A princípio era ligado aos cultos agrários e de fertilidade. Para os mais antigos, os mortos eram como sementes, e por isso eram enterrados com vistas à ressurreição.

O binômio: morte-fertilidade, explica a primitiva celebração de Finados com banquetes perto dos túmulos. Essa associação levou o homem primitivo a implorar a proteção dos mortos para as colheitas e plantações. Na antiguidade greco-romana, o culto das almas (manes) era celebrado com o cerimonial da vegetação. Hipócrates, baseado na mesma crença, afirmou que os espíritos dos defuntos “fazem germinar e crescer as sementes”. Os hindus comemoram os mortos em plena fase da colheita, como a festa principal do período.