Missas, Moto-carreata e queima de fogos marcam encerramento da Festa de Nossa Senhora da Piedade em Cajazeiras Missas, Moto-carreata e queima de fogos marcam encerramento da Festa de Nossa Senhora da Piedade em Cajazeiras Missas, Moto-carreata e queima de fogos marcam encerramento da Festa de Nossa Senhora da Piedade em Cajazeiras

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Missas, Moto-carreata e queima de fogos marcam encerramento da Festa de Nossa Senhora da Piedade em Cajazeiras




















 

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A Festa de Nossa Senhora da Piedade foi encerrada neste dia 15 de Setembro na cidade de Cajazeiras, foi  marcada por devoção popular que emocionou toda região.



Os fieis viveram dias intensos de renovação da fé e acima de tudo de confiança em Deus na festa de Nossa Senhora da Piedade, padroeira de Cajazeiras e da Diocese, na edição de 2021.

Missas, novenas, peregrinações e eventos sociais marcaram a festa deste ano. Embora o contexto da pandemia dificultasse a participação popular, muitos religiosos encontraram na Catedral de Nossa Senhora da Piedade o ‘regaço acolhedor’, destaca o bispo Dom Francisco de Sales.


”Contemplemos a Virgem Santíssima neste dia e nela como de forma acabada e plena aquilo que desejamos ser na igreja, como cristãos nesse mundo. Que ela brilhe sempre entre nós como sinal de esperança e segura consolação enquanto peregrinamos nesse mundo”, exortou.


Com uma equipe dedicada e atenta aos mínimos detalhes, o padre Severino Elias agradeceu pela participação da comunidade na festa da padroeira.



”Que o dia 15 de Setembro seja um dia memorável, pensando em Nossa Senhora, em seu testemunho. Ela que para nós é modelo perfeito de discípula, que escuta a palavra e a põe em prática”, afirmou o sacerdote.

MOTO CARREATA DA PADROEIRA 2021

Durante todo o dia foram celebradas três missas, os feis católicos participaram de uma ‘moto-carreata’ pelas ruas da cidade com a imagem peregrina de Nossa Senhora da Piedade reunindo carros e motos pelas principais vias públicas do município e encerrando com uma linda queima de fogos.



A DEVOÇÃO

Segundo o historiador José Antonio de Albuquerque os registros históricos revelam que tudo começou com a construção de uma pequena Casa de Oração, onde é hoje a Igreja Matriz de Nossa Senhora de Fátima, consagrada a Nossa Senhora da Piedade. Essa construção foi comandada por Ana Francisca de Albuquerque (Mãe Aninha), em 1836. Ela mobilizou um grupo de mulheres na fabricação dos tijolos e ainda teve que sacrificar alguns bens para investir na obra, “com uma só porta de frente, uns oito metros de comprimento por uns seis de largura”.

Com as paredes ainda em preto, Mãe Aninha, introduziu a imagem de Nossa Senhora da Piedade, que provavelmente pertencera a seus pais, Luís Gomes e Ana Francisca. Esta imagem foi venerada no altar-mor até 1855 e se constitui numa das relíquias mais preciosas de nossa diocese, que foi substituída, provavelmente pelo Padre José Tomás de Albuquerque, por Nossa Senhora das Dores.

Texto DIÁRIO DO SERTÃO Com Ângelo Lima  e Fotos Pascom