Polícias realizam operação e desestruturam organização criminosa voltada às ações contra agências bancárias Polícias realizam operação e desestruturam organização criminosa voltada às ações contra agências bancárias Polícias realizam operação e desestruturam organização criminosa voltada às ações contra agências bancárias

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Polícias realizam operação e desestruturam organização criminosa voltada às ações contra agências bancárias




A Polícia Militar e Polícia Civil de Patos desencadearam, sábado (10) e domingo (11) a mega Operação Policial Máchi(do grego Uàxn: combate), que objetivou desestruturar uma organização criminosa voltadas às ações contra agências bancárias, tráfico de drogas, roubos de gado e lavagem de dinheiro.

Na ocasião, foram presas oito pessoas, sendo 04 da Paraíba, 01 da Bahia e 03 de Brasília. Com elas as polícias apreenderam armas de fogo, drogas e uma roça de maconha com 100 mil mudas de maconha para cultivo. Na roça de maconha, a polícia fez a apreensão da droga para realização de perícia legal, e destruiu o material que tinha no local utilizado para o cultivo do entorpecente. 


 
De acordo com as polícias, no local, em Janduís, Rio Grande do Norte, existia um sistema de irrigação para aguar as plantas, tudo muito bem planejada, com acampamento e alimentos para o grupo.  Além da roça de maconha, o local era usado como esconderijo para os assaltantes se refugiarem após os assaltos às agências bancárias. Dentre um dos presos está um Sargento da Polícia Militar de Brasília que fazia a segurança do grupo que veio do Distrito Federal para a Paraíba.

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"A ORCRIN era muito bem organizada, e atuava em várias atividades criminosas, o que lhe proporcionavam adquirir muito dinheiro. Ações contra agências bancárias eram realizadas pelo grupo, principalmente nos estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte. A organização criminosa pretendia realizar um grande assalto a um branco no Estado da Paraíba, mas graças a essa ação policial, os criminosos foram impedidos de praticar o crime e presos", informou o delegado Cristiano Jacques.

Já o comandante do CPR II, Coronel Campos, afirmou que a organização criminosa se estruturava de forma organizada, e que as polícias agiram rapidamente.