Trio que invadiu casa e fez médico refém em Itaporanga é condenado a mais de 41 anos de prisão Trio que invadiu casa e fez médico refém em Itaporanga é condenado a mais de 41 anos de prisão Trio que invadiu casa e fez médico refém em Itaporanga é condenado a mais de 41 anos de prisão

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Trio que invadiu casa e fez médico refém em Itaporanga é condenado a mais de 41 anos de prisão



O Juiz de Direito Antônio Eugênio Leite Fereira Neto, da 2ª Vara da Comarca de Itaporanga (PB), condenou os réus Kelwin Dornelas dos Santos, de 20 anos, Raiff Sales Ferreira, de 31, e Victor Alves Lessa, de 25, por invadir, assaltar e manter um médico e a mulher reféns, na cidade de Itaporanga (PB).  O crime ocorreu em 18 de março deste ano, na rua Marcelino Diniz, bairro Bela Vista.


Conforme consta na denúncia formalizada pelo Ministério Público, no dia da ação criminosa, o Dr. Gaudêncio Mendes de Sousa Filho estava adentrando com o carro na residência, quando os criminosos aproveitaram a hora que ele abriu o portão automático para entrar no imóvel e anunciar o assalto. Dentro da casa, eles amarram a vítima no chão, renderam a esposa dele e, com ameaças, praticaram o crime.

Eles roubaram o carro, uma quantia de R$ 2.833,35 e vários outros objetos de valores. Em seguida, foragiram do local.  

Uma ação policial saiu no encalço dos bandidos e conseguiu prendê-los horas depois. Eles foram levados para a Delegacia de Polícia Civil local, de onde, posteriormente, foram recolhidos à Cadeia Pública.

Após a oitiva das duas vítimas e de duas testemunhas arroladas na denúncia, bem como a interrogação dos réus, que confessaram o crime, o magistrado decidiu por condenador os homens a penas distintas pelos crimes de roubo circunstanciado pelo concurso de pessoas, restrição da liberdade das vítimas e emprego de arma contra as elas.

Kelwin foi condenado a nove anos, três meses  e  dez dias de reclusão e 208 dias-multa. Raiff teve pena de 16 anos, nove meses e 15 dias de reclusão, além de 443 dias-multa. Já Victor Alves foi sentenciado a 15 anos de reclusão e 336 dias-multa.

As penas deverão ser cumpridas inicialmente em regime fechado em uma das penitenciárias de João Pessoa-PB ou em outro estabelecimento a critério do Juízo das Execuções Penais.

Fonte: Diamante Online