Paraibano Marcelo Queiroga aceita convite de Bolsonaro para assumir Ministério da Saúde Paraibano Marcelo Queiroga aceita convite de Bolsonaro para assumir Ministério da Saúde Paraibano Marcelo Queiroga aceita convite de Bolsonaro para assumir Ministério da Saúde

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Paraibano Marcelo Queiroga aceita convite de Bolsonaro para assumir Ministério da Saúde





O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) confirmou nesta segunda-feira (15) que convidou o  atual presidente da SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia), Marcelo Queiroga, para assumir o cargo de ministro da Saúde. O médico aceitou substituir Eduardo Pazuello e será o quarto ministro da Saúde da gestão Jair Bolsonaro. 

Queiroga ficou cerca de 3 horas em reunião com Bolsonaro no Palácio do Planalto nesta segunda. Após o encontro, o presidente disse que "já conhecia o médico" e que ele "é um profissional qualificado". A informação foi divulgada pelo Blog do Nolasco, do R7.

De acordo com a CNN Brasil, a nomeação será publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (16).

Além de Pazuello, já ocuparam o posto os médicos Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich. No final de semana, houve aproximação do governo com a médica Ludhmila Hajjar, que recusou assumir a pasta.

Marcelo Queiroga é o atual presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). O cardiologista é formado pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Fez Residência Médica no Hospital Adventista Silvestre, no Rio de Janeiro. Também fez treinamento em Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista, na Beneficência Portuguesa de São Paulo.

Ainda de acordo com informações apuradas pelo ClickPB, Marcelo é diretor do Serviço de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista do Hospital Unimed, em João Pessoa. Além disso, teve atuação na Associação Médica Brasileira (AMB), na Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBHCI). Foi presidente da SBC na Paraíba entre 1998 e 1999 e  presidente da SBHCI em 2012 e 2013.

Assim como Ludhmila Hajjar, Marcelo Queiroga defende o isolamento social como forma de combate à pandemia. Ele também já se posicionou contrário ao "tratamento precoce" defendido por Bolsonaro à base de cloroquina, medicamento sem comprovação científica para covid-19.

De perfil técnico, Queiroga atuou na equipe de transição do governo de Michel Temer para Bolsonaro no fim de 2018. Em setembro do ano passado, encontrou-se com o presidente no Planalto e chegou a postar uma foto com ele.

Estavam no páreo para substituir Pazuello o deputado Dr. Luizinho (PP-RJ) e o também cardiologista José Antonio Franchini Ramires, do Incor, em São Paulo.

Fonte: Philippe Ramalho/Redação ClickPB